Segunda foi o dia mundial do Rock(se eu não estiver enganada¬¬), logo vou fazer um post em homenagem a essa data tão especial.
É incrível como o rock consegue ser tão eclético. Acha Black Sabbath muito radical? Então escute um pouco de Weezer. Não curte o som psicodélico do Pink Floyd? Experimente um pouco de U2. Enfim, existem milhões de opções, desde um rock mais tranquilo até um rock doidão. Você pode escolher aquele que lhe agrada mais.
Outra coisa incrível é como ele não sai de moda. Músicas vem, cantores vão, mas o rock está sempre presente, marcando espaço e mostrando que as guitarras, baixos e baterias nunca serão esquecidos. As músicas mais marcantes são quase todas de bandas e rockeiros. Quem NUNCA ouviu Should I Stay or Shoul I Go do The Clash? Quem nunca ouviu Born to be Wild?Quem nunca ouviu Sweet Child O'mine do Guns 'n' Roses?!
O Rock está entre nós há anos, e ao contrário de outras modinhas, ele não se foi. Criou mais e mais raízes e continua firme até hoje. Então não importa o que aconteça: o Hip Hop passa, o Pagode passa, o Funk passa, mas o Rock, ah, ele é pior que maldição de bruxa velha: nunca passa!!!!!!!!!!!!!!
Por isso amigos, coloquem o CD da sua banda favorita, chame os amigos para jogar Guitar Hero(de preferência o III: Legends of Rock) e passe a noite inteira cantando "...I wanna rock and roll all night and party everyday....".
FELIZ DIA DO ROCK, POVO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! E que todos os seus dias sejam movidos por muito Rock 'n' Roll!!!
terça-feira, 14 de julho de 2009
segunda-feira, 13 de julho de 2009
histórias 2
(continuação do último post)
Cap.2
Carol quase me arrastava, Se ela tivesse força suficiente, já teria me pego no colo.
-pra quê a pressa?-perguntei, tentando controlar a irritação.
-eu não quero me atrasar para a aula, só isso.....
-“só isso”?!Carol, você odeia Literatura. Ano passado, você dormiu em quase todas as aulas. Só passou de ano porque eu te ajudei nas provas.
-ah, mas esse caso é diferente. O biel tem aula com esse professor, ele disse que ele é bem legal e é “diferente”........
Carol tinha a mania de chamar o namorado, Gabriel, de “biel”. Engoli a resposta e seguimos para a sala.
Mesmo possuindo lâmpadas no lugar de velas e tendo as paredes de pedra enfeitadas por murais e quadros, a sala possuía um aspecto fantasmagórico. Assim como a maior parte das salas do colégio.
O professor estava apoiado na mesa, folheando um exemplar da Divina Comédia. Parecia ser um homem normal, entre os quarenta e cinqüenta anos, com os cabelos curtos castanhos e extremamente pálido. Parecia cansado, mas seus olhos liam vorazmente o livro que estava em suas mãos. Nada de “diferente”.
Depois que todos se acomodaram, ele fechou o livro e parou para analisar a turma.
- bom dia. Meu nome é Edgar e serei o professor de vocês de Literatura, até o fim do 3º ano. Espero que se sintam a vontade nessa aula. Pra começar, gostaria que se apresentassem. Depois, trouxe um poema para analisarmos.
As apresentações foram rápidas, de maneira que em pouco tempo já tínhamos uma cópia de Navio Negreiro, de Castro Alves, nas mãos.
Carol, que se ofereça para ler em voz alta, já estava na metade do poema. A maior parte da turma já estava dormindo, com o rosto apoiado nas carteiras.Edgar era o único que parecia realmente interessado, Seu cenho estava levemente franzido, imerso nos próprios pensamentos. Eu apenas ouvia, sem prestar muita atenção. Carol continuava lendo animadamente, como se não percebesse o desinteresse da turma
Girei a cabeça na direção de Edgar, e ele fez o mesmo. De repente, eu não estava mais na sala de aula. Na minha frente, uma seqüência de imagens aparecia. Uma prisão, um laboratório e uma sala de cirurgias. Um grito de horror invadiu a minha mente. Me segurei na cadeira para me equilibrar. A voz de Edgar me despertou.
-agora que já terminamos de ler, vocês formaram duplas e apresentaram um poema romântico a sua escolha aqui em classe. Para isso, iremos até a biblioteca. Vou deixar vocês escolherem com quem trabalharam dessa vez.
Todos saímos e fomos andando até a biblioteca
-até que a aula não está chata. Ele é legal. Bem que o biel........caramba, bia!!!!! Você tá verde!!!!!
Ela tirou um espelhinho da bolsa e me entregou. Fitei meu rosto. Parecia que eu tinha acabado de dar dez voltas numa montanha russa. Esfreguei meu rosto com as mãos, tentando me recompor. O que raios foi aquilo que eu vi. Será que acabei me envolvendo demais com a leitura? Não, afinal, não havia laboratórios e salas de cirurgia em Navio Negreiro.
- não foi nada, eu já estou melhor.-respondi sorrindo.
Entramos na biblioteca. Fui procurar por algum livro nas estantes dos fundos, enquanto Carol ia olhando as da frente. Estava mexendo na estante quando ouvi uma voz feminina.
- certo, tudo combinado para sexta, as oito. eu já falei com o Hugo, ele disse que sim.Não, não falei com o Dante. Porque você não fala com ele, não é seu namorado?
A garota riu escandalosamente, depois de um tempo parou.
- e quanto ao Edgar? Ele com certeza vai nos encher de dever de casa, só para tentar impedir nossa reunião. tá, claro, não vou fazer nada. Tchau.
Estranhei o tom em que ela falou o nome de Edgar, mas preferi ignorar. Na hora de mexer nos livros, acabei deixando vários caírem. De repente a garota apareceu. Eu já a conhecia era de uma turma diferente da minha. E não apreciava nem um pouco a companhia.
Ela olhava para mim com raiva. Os punhos estavam fechados. Apesar de termos a mesma idade, não pude deixar de me intimidar.
- você já estava aí há muito tempo, ouviu a conversa?!
- eu....
- anda, responde!!!- ela me empurrou com força no chão. Caí para trás.
- ei, calma Pandora, eu não fiz nada!!- me irritei
- duvido muito!!! Ai de você se espalhar para alguém o que ouviu.- Pandora foi pisando firme, como se quisesse marcar seu terreno. Aquilo não melhorou muito meu humor, que se fechou depois das “visões” que tive
-como se eu fosse querer atrapalhar sua festinha – respondi com escárnio.
Pandora se virou para mim e me golpeou violentamente no rosto. Senti a raiva crescendo dentro de mim. Me levantei e o inexplicável aconteceu: o livro que estava ao meu lado se levantou e atingiu Pandora. E no exato momento em que Edgar passava por nós. Ela apenas me olhava perplexa.
- Beatriz, quero que venha comigo até minha sala- ele respondeu.
Deixamos Pandora caída e voltamos até a sala de aula. No caminho, Edgar tirou o celular do bolso e apertou algumas teclas, tornando a guardá-lo.
Ele entrou na sala e depois que eu entrei, fechou a porta. Puxou uma cadeira para mim e ficou sentado na sua mesa.
- minha cara, eu vi tudo o que você fez, e acho que precisamos ter uma conversa.
Me acomodei na cadeira, esperando ele continuar.
Cap.2
Carol quase me arrastava, Se ela tivesse força suficiente, já teria me pego no colo.
-pra quê a pressa?-perguntei, tentando controlar a irritação.
-eu não quero me atrasar para a aula, só isso.....
-“só isso”?!Carol, você odeia Literatura. Ano passado, você dormiu em quase todas as aulas. Só passou de ano porque eu te ajudei nas provas.
-ah, mas esse caso é diferente. O biel tem aula com esse professor, ele disse que ele é bem legal e é “diferente”........
Carol tinha a mania de chamar o namorado, Gabriel, de “biel”. Engoli a resposta e seguimos para a sala.
Mesmo possuindo lâmpadas no lugar de velas e tendo as paredes de pedra enfeitadas por murais e quadros, a sala possuía um aspecto fantasmagórico. Assim como a maior parte das salas do colégio.
O professor estava apoiado na mesa, folheando um exemplar da Divina Comédia. Parecia ser um homem normal, entre os quarenta e cinqüenta anos, com os cabelos curtos castanhos e extremamente pálido. Parecia cansado, mas seus olhos liam vorazmente o livro que estava em suas mãos. Nada de “diferente”.
Depois que todos se acomodaram, ele fechou o livro e parou para analisar a turma.
- bom dia. Meu nome é Edgar e serei o professor de vocês de Literatura, até o fim do 3º ano. Espero que se sintam a vontade nessa aula. Pra começar, gostaria que se apresentassem. Depois, trouxe um poema para analisarmos.
As apresentações foram rápidas, de maneira que em pouco tempo já tínhamos uma cópia de Navio Negreiro, de Castro Alves, nas mãos.
Carol, que se ofereça para ler em voz alta, já estava na metade do poema. A maior parte da turma já estava dormindo, com o rosto apoiado nas carteiras.Edgar era o único que parecia realmente interessado, Seu cenho estava levemente franzido, imerso nos próprios pensamentos. Eu apenas ouvia, sem prestar muita atenção. Carol continuava lendo animadamente, como se não percebesse o desinteresse da turma
Girei a cabeça na direção de Edgar, e ele fez o mesmo. De repente, eu não estava mais na sala de aula. Na minha frente, uma seqüência de imagens aparecia. Uma prisão, um laboratório e uma sala de cirurgias. Um grito de horror invadiu a minha mente. Me segurei na cadeira para me equilibrar. A voz de Edgar me despertou.
-agora que já terminamos de ler, vocês formaram duplas e apresentaram um poema romântico a sua escolha aqui em classe. Para isso, iremos até a biblioteca. Vou deixar vocês escolherem com quem trabalharam dessa vez.
Todos saímos e fomos andando até a biblioteca
-até que a aula não está chata. Ele é legal. Bem que o biel........caramba, bia!!!!! Você tá verde!!!!!
Ela tirou um espelhinho da bolsa e me entregou. Fitei meu rosto. Parecia que eu tinha acabado de dar dez voltas numa montanha russa. Esfreguei meu rosto com as mãos, tentando me recompor. O que raios foi aquilo que eu vi. Será que acabei me envolvendo demais com a leitura? Não, afinal, não havia laboratórios e salas de cirurgia em Navio Negreiro.
- não foi nada, eu já estou melhor.-respondi sorrindo.
Entramos na biblioteca. Fui procurar por algum livro nas estantes dos fundos, enquanto Carol ia olhando as da frente. Estava mexendo na estante quando ouvi uma voz feminina.
- certo, tudo combinado para sexta, as oito. eu já falei com o Hugo, ele disse que sim.Não, não falei com o Dante. Porque você não fala com ele, não é seu namorado?
A garota riu escandalosamente, depois de um tempo parou.
- e quanto ao Edgar? Ele com certeza vai nos encher de dever de casa, só para tentar impedir nossa reunião. tá, claro, não vou fazer nada. Tchau.
Estranhei o tom em que ela falou o nome de Edgar, mas preferi ignorar. Na hora de mexer nos livros, acabei deixando vários caírem. De repente a garota apareceu. Eu já a conhecia era de uma turma diferente da minha. E não apreciava nem um pouco a companhia.
Ela olhava para mim com raiva. Os punhos estavam fechados. Apesar de termos a mesma idade, não pude deixar de me intimidar.
- você já estava aí há muito tempo, ouviu a conversa?!
- eu....
- anda, responde!!!- ela me empurrou com força no chão. Caí para trás.
- ei, calma Pandora, eu não fiz nada!!- me irritei
- duvido muito!!! Ai de você se espalhar para alguém o que ouviu.- Pandora foi pisando firme, como se quisesse marcar seu terreno. Aquilo não melhorou muito meu humor, que se fechou depois das “visões” que tive
-como se eu fosse querer atrapalhar sua festinha – respondi com escárnio.
Pandora se virou para mim e me golpeou violentamente no rosto. Senti a raiva crescendo dentro de mim. Me levantei e o inexplicável aconteceu: o livro que estava ao meu lado se levantou e atingiu Pandora. E no exato momento em que Edgar passava por nós. Ela apenas me olhava perplexa.
- Beatriz, quero que venha comigo até minha sala- ele respondeu.
Deixamos Pandora caída e voltamos até a sala de aula. No caminho, Edgar tirou o celular do bolso e apertou algumas teclas, tornando a guardá-lo.
Ele entrou na sala e depois que eu entrei, fechou a porta. Puxou uma cadeira para mim e ficou sentado na sua mesa.
- minha cara, eu vi tudo o que você fez, e acho que precisamos ter uma conversa.
Me acomodei na cadeira, esperando ele continuar.
histórias
comecei a escrever duas histórias e a partir de hoje, vou passar a colocá-las aqui no blog, a disposição de meus leitores. a primeira ainda não tem nome, mas cada post vai ser um capítulo. espero que gostem^^!!
Cap. 1
O celular não tocou mais de uma vez. Eu empurrei o lençol para longe e apenas peguei minha jaqueta. Eu já estava pronta. Coloquei o celular no bolso da calça e saí do quarto silenciosamente, antes que Carol acordasse. Atravessei o corredor e desci as escadas pé ante pé. Deixei o dormitório e fui correndo para o ponto de encontro.
Todos já haviam chegado. Abel se distanciou do grupo e foi até a mim.
-demorei muito ?- perguntei
-não, acabamos de chegar- ele respondeu.
Fomos até os outros. Edgar tomou a palavra.
- aparentemente, eles foram até a vila e entraram numa das casas. Precisamos ir rápido, antes que façam estragos.
Abel e Gabriel foram até as motos.Davi, Edgar e Laura entraram no carro.
-espera aí, onde eu vou- perguntei
-vai comigo!!
Mal tive tempo de reagir. Felipe me jogou nas suas costas e saiu correndo. Quando finalmente consegui levantar a cabeça para olhar ao redor, vi que estávamos em cima de um telhado. A nossa frente, havia uma grande mancha laranja. Felipe pulou do telhado e paramos em frente a uma casa que pegava fogo.
- Felipe, vá até o segundo andar. Beatriz, você e o Gabriel, procurem no primeiro por vitimas. Não se afastem um dou outro!- disse Edgar, antes de entrar na construção em chamas. Segui Gabriel. Corremos pelo extenso corredor e entramos num quarto, cheio de estantes repletas de livros e arquivos. Havia alguém caído, próximo a uma mesa. Me aproximei e levei um chute nas costelas. Era a Pandora.
-te peguei, borboleta!!!- não consegui ver seu rosto, mas era obvio que estava sorrindo.
Gabriel deu uma rasteira em Pandora, sem que ela visse. Mas antes que algo acontecesse, Dante apareceu criou uma barreira com as chamas, separando eu e Gabriel dele e Pandora. Depois, puxou-a pelo braço e saiu por uma janela.
Gabriel colocou as mãos no chão e de repente tudo se congelou. Me levantei e nós dois saímos do quarto. Abel descia as escadas.
- eles foram lá pra fora. Bia, você vem comigo!
Segui Abel para fora da casa e fomos correndo pelas ruas estreitas. Depois de muito tempo, paramos na praça central. Não havia sinal de ninguém. De repente, tudo ficou escuro. Senti uma dor alucinante. Tombei no chão e me encolhi colocando a cabeça entre os joelhos, Foi a dor mais terrível que eu já havia sentido em toda a minha vida. Uma seqüência de imagens passou pela minha mente. Uma prisão, uma sala mal iluminada e empoeirada, e o vulto de homem em pé no meio dela. A voz de Abel ia se perdendo. Apaguei segundos depois.
Cap. 1
O celular não tocou mais de uma vez. Eu empurrei o lençol para longe e apenas peguei minha jaqueta. Eu já estava pronta. Coloquei o celular no bolso da calça e saí do quarto silenciosamente, antes que Carol acordasse. Atravessei o corredor e desci as escadas pé ante pé. Deixei o dormitório e fui correndo para o ponto de encontro.
Todos já haviam chegado. Abel se distanciou do grupo e foi até a mim.
-demorei muito ?- perguntei
-não, acabamos de chegar- ele respondeu.
Fomos até os outros. Edgar tomou a palavra.
- aparentemente, eles foram até a vila e entraram numa das casas. Precisamos ir rápido, antes que façam estragos.
Abel e Gabriel foram até as motos.Davi, Edgar e Laura entraram no carro.
-espera aí, onde eu vou- perguntei
-vai comigo!!
Mal tive tempo de reagir. Felipe me jogou nas suas costas e saiu correndo. Quando finalmente consegui levantar a cabeça para olhar ao redor, vi que estávamos em cima de um telhado. A nossa frente, havia uma grande mancha laranja. Felipe pulou do telhado e paramos em frente a uma casa que pegava fogo.
- Felipe, vá até o segundo andar. Beatriz, você e o Gabriel, procurem no primeiro por vitimas. Não se afastem um dou outro!- disse Edgar, antes de entrar na construção em chamas. Segui Gabriel. Corremos pelo extenso corredor e entramos num quarto, cheio de estantes repletas de livros e arquivos. Havia alguém caído, próximo a uma mesa. Me aproximei e levei um chute nas costelas. Era a Pandora.
-te peguei, borboleta!!!- não consegui ver seu rosto, mas era obvio que estava sorrindo.
Gabriel deu uma rasteira em Pandora, sem que ela visse. Mas antes que algo acontecesse, Dante apareceu criou uma barreira com as chamas, separando eu e Gabriel dele e Pandora. Depois, puxou-a pelo braço e saiu por uma janela.
Gabriel colocou as mãos no chão e de repente tudo se congelou. Me levantei e nós dois saímos do quarto. Abel descia as escadas.
- eles foram lá pra fora. Bia, você vem comigo!
Segui Abel para fora da casa e fomos correndo pelas ruas estreitas. Depois de muito tempo, paramos na praça central. Não havia sinal de ninguém. De repente, tudo ficou escuro. Senti uma dor alucinante. Tombei no chão e me encolhi colocando a cabeça entre os joelhos, Foi a dor mais terrível que eu já havia sentido em toda a minha vida. Uma seqüência de imagens passou pela minha mente. Uma prisão, uma sala mal iluminada e empoeirada, e o vulto de homem em pé no meio dela. A voz de Abel ia se perdendo. Apaguei segundos depois.
sábado, 4 de julho de 2009
Por que não posso usar a roupa que eu quero? Por que tenho que botar maquiagem, mesmo quando acho desnecessário? Por que se saio de jeans, camiseta e All-Star fico parecendo uma mulamba?
Até mesmo nas situações menos formais, eu pareço estar esculhambada. Qual o problema em usar cabelo ondulado e rebelde, bem indie? Qual o problema de não gostar de maquiagem?
Pra todo o lugar que olho, parece que tudo que uma pessoa precisa pra ser feliz se resume a uma palavra: vaidade. Uma mulher de verdade deve ser glamurosa.
ser glamurosa é tirar cinquenta fotos iguais em frente ao espelho e botar no album do orkut(se ainda fossem cinquenta fotos divertidas, originais, mas são sempre as mesmas!!!). Ser glamurosa e usar acessórios chamativos e fofos. Ser glamurosa ter os homens aos seus pés. Ser glamurosa é se olhar no espelho (ou qualquer objeto que reflita seus rosto) a cada cinco segundos. Ser glamurosa é estar, acima de tudo, sempre linda.
Olho pro espelho e sinto raiva. Se saio de casa com camiseta preta e saia xadrez, sou grunge( e em um sentido pejorativo). Se prefiro usar roupas discretas, " preciso não ter medo de chamar atenção do sexo oposto". Se mostro que tenho cultura, sou esquisitinha.
Chega, eu não aguento mais essa ditadura!!!! Quero ser quem eu quiser!!! Quero botar vestido e salto alto quando for numa ocasião formal, não pra ir ao cinema. Quero usar maquiagem quando for necessário. Quero poder ser do meu jeito: tímida, tranquila, meio nerd e não uma máquina de atrair garotos.
Quero poder olhar pro espelho e dizer: " eu não dependo de você pra ser feliz".
Até mesmo nas situações menos formais, eu pareço estar esculhambada. Qual o problema em usar cabelo ondulado e rebelde, bem indie? Qual o problema de não gostar de maquiagem?
Pra todo o lugar que olho, parece que tudo que uma pessoa precisa pra ser feliz se resume a uma palavra: vaidade. Uma mulher de verdade deve ser glamurosa.
ser glamurosa é tirar cinquenta fotos iguais em frente ao espelho e botar no album do orkut(se ainda fossem cinquenta fotos divertidas, originais, mas são sempre as mesmas!!!). Ser glamurosa e usar acessórios chamativos e fofos. Ser glamurosa ter os homens aos seus pés. Ser glamurosa é se olhar no espelho (ou qualquer objeto que reflita seus rosto) a cada cinco segundos. Ser glamurosa é estar, acima de tudo, sempre linda.
Olho pro espelho e sinto raiva. Se saio de casa com camiseta preta e saia xadrez, sou grunge( e em um sentido pejorativo). Se prefiro usar roupas discretas, " preciso não ter medo de chamar atenção do sexo oposto". Se mostro que tenho cultura, sou esquisitinha.
Chega, eu não aguento mais essa ditadura!!!! Quero ser quem eu quiser!!! Quero botar vestido e salto alto quando for numa ocasião formal, não pra ir ao cinema. Quero usar maquiagem quando for necessário. Quero poder ser do meu jeito: tímida, tranquila, meio nerd e não uma máquina de atrair garotos.
Quero poder olhar pro espelho e dizer: " eu não dependo de você pra ser feliz".
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